Depois de 15 anos sem título, Atlético de Madri bate o Fulham e leva a Liga Europa

2010/05/12

Postado pelo meu amigo Guilherme Fuoco!

A primeira Liga Europa chega ao fim. A antiga Copa da UEFA recebeu na grande decisão o Atlético de Madri e o Fulham, na Nordbank Arena, em Hamburgo.

O primeiro, espanhol, passa por má fase dentro da Espanha e faz tempo que o torcedor não grita “é campeão”. Aliás, esse torcedor do Atlético deve sofrer, porque o rival nada mais é do que o Real Madri. Imagina o quanto que os fãs dos galácticos não pegam no pé dos atleticanos! São 15 anos sem nenhum título. Sabendo da importância, milhares de espanhóis foram para Hamburgo.

Os fanáticos pelo Fulham também têm muito pelo que torcer. O tim e nunca, nunca (nunca!), conquistou um título de expressão. Não me venham dizer que essas merrecas que estão na página do clube na Wikipédia valem, porque não valem nada.

Ou seja: dois sofredores.

E dentro dele, pouco sofrimento. A chuva esfriou os ânimos e dificultou o jogo de ambos. Com 25 minutos, o uruguaio Forlán já tinha tentado duas vezes, mas nada que Mark Schwarzer não pudesse defender. Seis minutos depois, o argentino Aguero bateu errado e a bola foi parar nos pés de quem merecia fazer o gol, e fez: Forlán.

E o Fulham? Nada ainda. Bobby Zamora e Duff recebiam toda hora a bola, mas a zaga montada por Quique Flores estava bem montada e não deixava os dois se mexerem.

Entretanto, futebol é legal, porque nos surpreende e, aos 36 minutos, o Atlético de Madri vacilou e deixou Davies livre para empatar, após desvio de cabeça do brasileiro Paulo Assunção.

Após o gol, o Fulham cont inuou da mesma maneira, fraco e sem força de ataque. Enquanto isso, o Atlético dava pinta de que ia fazer o gol a qualquer momento, ainda mais quando Simão e Reyes resolveram aparecer para o jogo. Só pinta, porque o juizão apitou aos 45 em ponto e o primeiro tempo acabou em um a um.

Na volta do intervalo, tudo mudou. O Fulham foi pra cima e pressionou o clube espanhol. O técnico Roy Hodgson mostrava que tinha dado uma daquelas broncas na rapaziada. Aos 10 minutos, ele tirou Zamora, que estava bem e incomodava muito a zaga adversária, para colocar Dempsey. Na minha opinião, não foi bem. Como ele me tira o cara que faz gol para colocar o cara que dá o último passe? Meio à Ricardo Gomes essa substituição.

Mesmo assim, o Fulham parecia ainda gostar do jogo. Ou o Atlético que diminuiu a intensidade. O cenário mudou e o jovem goleiro atleticano, David de Gea, começou a trabalhar mais.

As alterações deixaram o jogo aberto, mas muito feio. E repleto de faltas. Umas perigosas, outras não. Aos 30, Aguero bateu colocado e Schwarzer foi bem.

Parecia mesmo que ia terminar em pênaltis. Nada mais justo para duas equipes diferentes taticamente, mas que souberam anular os armadores dos adversários e, por causa disso, as chances de gol.

O tempo foi passando e os últimos dez minutos começaram mal. Muitos passes errados, ansiedade e chutes mal feitos para os dois lados.

Quarenta e três minutos. Partida truncada. Mais chutes errados. Impedimentos infantis. O segundo tempo foi jogado apenas nos dez primeiros minutos. Aliás, o jogo ficou apenas no primeiro tempo.

Como já era esperada, a prorrogação.

E, como já estava acontecendo, o jogo continuou ruim. Na etapa inicial, só deu Atlético de Madri. No último minuto do primeiro tempo do extra time, Aguero errou uma oportunidade debaixo do gol!!! O torcedor espanhol, naturalmente sofredor, quase morreu do coração.

O Fulham apareceu para jogar nos quinze minutos finais de bola rolando e viu o Atletico fechar bem a zaga. Mas errou mais passes. Como erram passes esses europeus!!

Com cinco minutos para o fim e com um cheiro gostoso de pênalti, os sulamericanos resolveram tudo.

Aguero cruzou pela esquerda.

Forlán, marcado de perto, abriu a perna (movimento que só deu pra ver direito no replay, porque pareceu que ele colocou o pé).

A bola bateu na parte debaixo da coxa do zagueirão adversário.

E entrou.

Depois de 15 anos, quando conquistou o Campeonato Espanhol da temporada 1995/1996, comandado por Caminero, o torcedor do Atlético de Madri gritou ” é campeão”.

E agora poderá tirar um sarro do grande rival, Real Madri, que este ano nada ganhou e, muito provavelmente, nada ganhará.

Quer ver os gols da partida? Clique em http://todayfoot.com/Football/?p=14251


Brasileiros decidem!

2009/05/21

A final da Copa da Uefa foi muitíssimo disputada e Diego fez uma falta tremenda ao Werder Bremen. Os cinco brasileiros do Shakhtar foram titulares e decisivos.

Luiz Adriano (ex-Inter) abriu o placar para os ucranianos com muita categoria.

Naldo bateu falta e o goleirão aceitou. Tremenda falha.

Mas, na prorrogação, Jadson fez o gol do título.

Primeira Taça Uefa do Shakhtar. E única, já que ano que vem ela se chamará Europa League.


Copa da Uefa – Semis

2009/04/30

Não assisti Dinamo e Shakthar empatarem por 1 a 1, mas vi o jogão entre Werder e Hamburgo.

O goleiro Wiese pegou tudo e evitou que o time de Diego levasse a melhor.

1 a 0 pro time de Alex Silva, mas nada garantido.

Pelo futebol, ainda acredito no Werder Bremen.


Atlético/PR X Corinthians

2009/04/30

O Corinthians jogou muito mal mesmo. A zaga teve atuação pífia. Diego é muito jovem e não pode ser titular. Chicão foi extremamente mal e nem digo pelo pênalti perdido, que aliás ele bateu muito bem, mas incrivelmente bateu nas duas traves.

André Santos, Morais e Douglas foram mal demais e o furacão poderia ter aplicado uma goleada histórica.

Com 3 a 0 o timão estava praticamente eliminado. Mas o pênalti deu novos ares. Morais perdeu gol incrível, assim como Otacilio Neto.

Só que tudo é mais difícil para o alvinegro. Cristian bateu a falta de três dedos e descontou aos 41. Aos 47, Dentinho recebeu na área e fechou o placar. 3 a 2 atlético. Com o resultado, o Corinthians precisa de uma vitória simples, mas precisará ter atitude, e deixar o salto alto que usou lá em Curitiba.


Copa da Uefa – Jogos de Volta

2009/04/16

Duas zebras e um show de brasileiros!

Fernandinho e Jadson comandaram a vitória do Shakhtar sobre o Marseille por 2 a 1 para fechar o agregado em 4 a 1!

Na Ucrânia, o PSG precisava apenas de uma vitória por 1 a 0, mas levou 3 e não fez nenhum no Dinamo de Kiev de Betão e Correa. 3 a 0 no jogo e no agregado.

Em Manchester, o City precisava de 2 a 0, já que havia perdido a ida para o Hamburgo por 3 a 1 na Alemanha. Venceu, mas não levou. 2 a 1 no jogo e 4 a 3 no agregado.

Na Itália, com dois de Diego (um deles uma pintura), o Werder sustentou um empate por 3 a 3 que lhe garantiu a vaga, já que o time alemão venceu a ida por 3 a 1. 6 a 4 no total.

Acho que o Werder deve ficar com o título da Copa da Uefa, por ser o time mais equilibrado e com a camisa mais forte.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.